|
Na medida em que as empresas passam a confiar mais nos ambientes virtuais, a computação em nuvem e todo o ecossistema que a suporta ganha força. No caso da Citrix, a virtualização de desktop, um dos focos da companhia, tem tido desempenho bastante positivo em âmbito global e, no Brasil, de acordo com Marcelo Landi, presidente da subsidiária local, está num processo de amadurecimento avançado.
Apenas em 2010, a empresa embarcou quatro milhões de licenças, um avanço de 400%. A companhia não abre números locais, mas Landi afirma que a tecnologia passou de 20% dos negócios no País para 60% no ano passado. “Fizemos mudança que era ter mais de 50% (dos negócios) com XenDesktop. Aconteceu até antes do que esperávamos. Mas é uma adoção um pouco mais de longo prazo”, comenta o country manager, para completar: “(a virtualização de desktop) ainda não é 100% madura (no País), as pessoas conhecem, ouviram falar, mas não conhecem benefícios. No Brasil tem algo interessante, tudo que dá certa nos EUA, colocam no planejamento, então, segue a onda.”
O executivo explica que a entrega de um projeto com esta tecnologia leva uma grande mudança de paradigma para as empresas e, para que dê certo, é preciso apresentar os benefícios que vão além da redução de custo. Outro aspecto importante é atentar-se à cultura das empresas, dificilmente se replica o projeto de um banco em outro, exemplifica. Para melhorar isso, a Citrix tem investido até em venda consultiva em parceria com os canais. “No ano passado, muitos ainda não estavam aptos a vender virtualização de desktop, hoje quase 100% estão aptos, sem depender da Citrix.”
|